quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Superfluidade.


Às vezes, perco a noção de tempo e espaço ao observar as pessoas. Como elas comportam-se, vestem-se, comunicam-se ou até mesmo os singelos movimentos corporais; tentando imaginar como é a vida de cada uma. Ou criando-as. Logo, isso é utópico. Aquilo que parece-te ser, quase sempre não é a sua real natureza, pois. Infelizmente. E essa é uma das consequências de viver num convívio social onde prevalece as aparências e exibicionismo. Não há como, nem observando-as durante um período longo, corroborar, sem dúvidas, fatos sobre as mesmas ultrapassando as conclusões superficiais. Ainda mais levando em consideração que alguns desafortunados convivem uma vida inteira ao lado de outro, mas sem conhecê-lo verdadeiramente. Nesta madrugada, refletindo comigo mesma, deixo no ar a pergunta: por quê essa maldita mania de julgar o desconhecido, então? Quanta ignorância, já que o correto deveria ser julgar somente aquilo sobre qual obtemos algum conhecimento.  Maldita seja!

2 comentários:

  1. Sabes que nossa paridade de pensamento é enorme e mais, este modo que tu sentes em relação aos que nos rodeiam é mesmo modo que eu me sinto. Eu não poderia usar palavras mais precisas e sinceras para explicar! Eu sou sua fã número um, minha amiga e muito me admira o teu trejeito com as palavras! Tu és uma inspiração!

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    1. Não consigo expressar em palavras a felicidade que me contagia ao ler e escutar elogios teus. Faço das suas frases, minhas!

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Críticas construtivas e elogios são sempre bem vindos.