quinta-feira, 25 de julho de 2013

Cura do mal.

Auto-lá! A casca da Terra pode até estar verde, mas por dentro - o que é mais importante ainda - está apodrecendo cada vez mais rápido. Assim como nós. Os seres humanos passam uma vida aprendendo sobre tudo, por querer ou porque têm que aprender. Não importa. 
O que é de suma importância é que, infelizmente, eles não aprendem a serem sobretudo humanos. Não aprendemos. Vivemos como um bando de egocêntricos, sem se importar uns com os outros. Logo, valores morais não recebem o devido valor que deveriam. 
Caramba! O que vocês acham que são sem se preocupar com a moral? Com o respeito? Com o próximo, dessa maneira? Isso é desprezível e sinto refluxo só de ver, mas ele desce porque não adianta. Aqui, idiotas são os que se importam. 
Burros, são os que ligam para a dor alheia. Estúpidos, são os que procuram ser responsáveis e agir prudentemente. Sem noção, são os que por mais que sua vida seja comum e rotineira, procuram fazer o bem de alguma forma. Seja com gestos grandes ou não, para mim o gesto sim é que vale. Pois, por trás dele está a intenção de ser bom. 
E eu poderia continuar citando até cansar. Só que ainda assim não estaria tão exausta quanto eu estou, mesmo com pouca idade, de ver as pessoas agirem assim. Por mim, falem o que quiser, mas eu fico feliz em ser a idiota, burra, estúpida, imbecil ou sei lá mais o quê. 
Eu vejo tanta maldade. Nós somos seres ruins e cruéis, entretanto, ainda assim, acredito que há os bons. Nem que sejam em momentos. Momentos esses em que nos faz permanecer acreditando na mudança. Na melhora. Ou quem sabe até, na cura. Vai ver é disso que a nossa raça precise, a cura de todo esse mal que circunda-nos e vive dentro de cada um em seus: corpos, mentes e corações. 

terça-feira, 23 de julho de 2013

Horóscopo. Pra quem crer é previsão do destino. Para quem não, é mais outra forma ilusionista de manipulação em massa. Afetando principalmente àqueles que possuem uma visão unidirecional de mundo. 

domingo, 21 de julho de 2013

Costumo responder que as coisas estão indo (ou cinza). O frustrante é nunca saber se elas realmente chegarão em algum lugar. Só ficam indo, indo...

sábado, 20 de julho de 2013


Quanta repressão da parte de quem muito viveu e não deixa viver! Egoísmo sem tamanho.
Já dizia Chico em seu Hino: Que Deus te proteja / És preso comum.
Preso em tuas crenças que não te deixam enxergar. Em tua maneira de agir e lidar. Pensamento comum. Cotidiano comum. Vida comum. [...] E o mais triste, pessoa comum. 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

É dia do "ah, são todos canalhas e não prestam".


Honestamente, mulher é um bicho complicado, viu? Mas não estou aqui para falar de nós e sim de vocês, homens. Especificamente aos que nos aguentam quando estamos com TPM, em nossas crises existenciais, birras bestas e tantas outras coisas. Aos que não perdem tempo idealizando uma relação perfeita, mas fazem dela, caso haja essa tal perfeição, o ápice da perfeição. Aos que dormem pensando em nós e acordando com um sorriso na cara. Aos que te surpreendem todos os dias e com uma simplicidade admirável. Aos que amam e cuidam, mas ao que desejam amar também. Aos que erram. Aos que pedem desculpas e não voltam a cometer esses erros. Aos que te ensinam, dia pós dia, a ser uma pessoa melhor. Aos que estão dispostos a enfrentar certos empecilhos ao teu lado. Aos que procuram em várias tudo aquilo que, no fundo, gostariam de encontrar em uma única. E encontrou. 
Feliz dia do homem a todos, mas especialmente àqueles que são apaixonados, porque tem coisa mais linda do que um homem apaixonado? 
O homem apaixonado vira um poeta, e eu? Adoro poesia! 

Tenho a plena consciência de que dormir não soluciona crises existenciais ou problemas, mas que ele, nem que seja temporariamente, afasta-te deles, isso é uma certeza. 
Mais ou menos assim: imaginem num jogo, apertar o "pause" e criar fôlego para continuar lidando com o "play", porque o "stop" seria um "game over". 
Tanto é, que uns dormem um dia inteiro, outros uma vida e ainda há os que nunca mais haverão de acordar. 

terça-feira, 9 de julho de 2013

É chato ficar tentando algo repetidamente e não obter sucesso algum. Além de ser bastante exaustivo. Nessas horas, colocamo-nos à prova se a causa é digna de tamanho esforço.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

O definhamento de Afrodite

Como podes ser assim, Ó!, Afrodite?
Resta-me lamentar por vossa pessoa,
Pois de nada valerás a ti ser bela perante a isso.
Tua jactância exorbitante e essa miserável prosápia que representas,
Menina, denegrece gradativamente teu verdadeiro eu.

Por hora, ainda tens salvação. 
Salve-se antes que seja tarde e que o mundo te castigue
Pelas mãos que perfidamente hoje te afagas.
Porque quando estiver na mais profunda escuridão, 
Menina, será fato imutável que de vez você se perdeu.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Ana, wake up!


E a melhor maneira possível para definir Ana: carente. Carente de tudo. Ana era tão carente a ponto de ficar com raiva quando as pessoas eram insuficientes para suprir tamanha necessidade de amor, carinho, abraço, atenção, calor humano, entre outras inúmeras coisas. Por mais que uma relação estivesse perfeita, com o passar do tempo ela começava a ver defeitos. A sentir que a mesma já não era tão boa quanto antes e ficava constantemente convencendo a si mesma disso. Com isso, metia os pés pelas mãos e estragava tudo. Mais uma vez. De novo. E de novo. Impressionante o fato dela não se cansar de tentar e nem perceber que por essa insegurança e medo, deixava-a em apuros e graças a isso, o que era um belo dia de sol, transformava-se na pior das tempestades. Guardava segredos de uma infância sofrida e traumática. Por mais que a vida desse a ela motivos para desistir de ser feliz e da vida, lá estava ela tentando de novo. Seria teimosia? Burrice? Coragem? Ana sempre foi odiada por uma grande maioria por ser quem é. Por não virar mais uma máquina "Maria-vai-com-as-outras" e mover céus e terras ao defender o que lhe parecia ser correto e as pessoas que ela ama. Infelizmente, quem é bom não sobrevive sem ser corrompido ou desistir e ir embora dessa vida. Ana tentou nunca mais abrir os olhos outra vez. Tentou uma, tentou duas e até mesmo três. Os terceiros ou quartos, julgariam-na de idiota, mas só vivendo tudo que Ana viveu seria possível obter a oportunidade de virar comentarista sobre tal. Se então foi corrompida? Sim. Ana virou mais uma máquina social. Mórbida e demente. 
Conquanto, um dia Ana há de despertar e eu estarei aqui, esperando para presenciar tudo isso.

Na vida, os que param no caminho das incertezas são pisoteados pelos que, sem parar, caminham rumo aos objetivos que almejam. 
Isso, é a seleção natural saindo da Biologia e entrando em nosso cotidiano. 
Que vençam os mais aptos!